
Está na hora de exigir o que é seu por direito.
Mendonça & Cunha Advogados é referência na defesa de bancários contra abusos trabalhistas. Com mais de 30 anos de experiência combinada — incluindo um ex-juiz do trabalho — nossa missão é garantir que sua jornada de trabalho, sua saúde mental e sua dignidade sejam respeitadas.
Se você é bancário e vive essas situações, a Justiça do Trabalho está do seu lado.
E nós também.

O Mendonça & Cunha Advogados nasceu com um propósito: garantir que o bancário, tantas vezes sobrecarregado, silenciado e negligenciado, tenha voz, justiça e reparação.
Com um ex-juiz do trabalho e um advogado especialista em causas bancárias à frente do escritório, entregamos mais do que defesa jurídica. Oferecemos acolhimento, respeito e uma estratégia pensada para proteger quem passou anos dando tudo pelo sistema bancário — e recebendo pouco em troca.
Ex-Juiz do Trabalho | Especialista em Justiça Trabalhista
Com mais de 38 anos de experiência no sistema trabalhista, Erdman Ferreira da Cunha construiu uma carreira sólida e respeitada no meio jurídico. Atuou por 17 anos como servidor do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais e, posteriormente, por quase 21 anos como Juiz do Trabalho, onde analisou, julgou e sentenciou milhares de casos envolvendo bancários e outras categorias profissionais.
Hoje, coloca todo esse conhecimento a serviço de quem realmente precisa: o trabalhador. Sua vivência nos bastidores do Judiciário permite uma leitura precisa das estratégias jurídicas e um entendimento profundo das decisões dos tribunais.
Advogado Trabalhista | Especialista em Bancários
Com atuação firme e dedicada na defesa dos direitos dos trabalhadores, João Marcos é pós-graduado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela PUC-MG, e possui mais de 10 anos de experiência prática em ações trabalhistas, com foco especial em causas envolvendo bancários.
Ao longo de sua carreira, representou centenas de profissionais vítimas de jornadas abusivas, assédio moral, diferenças salariais e doenças ocupacionais causadas pelo ambiente bancário.
Sua abordagem combina conhecimento técnico sólido, atendimento humanizado e estratégia cirúrgica para reverter injustiças e garantir o que é de direito.
Se um ou mais dos casos abaixo se encaixar com a sua realidade atual, nós estamos aqui para te ajudar.
Bancários como caixas, escriturários e assistentes têm direito, por lei, a uma jornada diária de 6 horas. Se você trabalha além disso e recebe um “adicional de confiança” sem exercer função de liderança real, pode estar acumulando horas extras não pagas — e a Justiça garante o direito ao ressarcimento.
Mesmo quem ocupa cargos de gerência pode ter direito a hora extra. Se você não tem autonomia plena e ainda responde a um superior direto, o banco não pode se esconder atrás do seu cargo para negar o pagamento pelas horas excedentes à oitava. Seus direitos podem estar sendo ignorados.
Pressões extremas, ameaças veladas, metas inalcançáveis e sobrecarga de funções não são parte “normal” do trabalho bancário. Quando o ambiente vira um campo de medo constante, estamos falando de assédio moral organizacional — e você pode ser indenizado por isso.
Cansaço extremo, estresse, ansiedade e sensação de colapso emocional são sinais claros de burnout — uma doença ocupacional reconhecida pela Justiça quando provocada por abusos no trabalho. E sim, você pode (e deve) buscar reparação legal por isso.
Você faz exatamente o mesmo que um colega, mas ganha menos? A lei garante que, quando as funções são iguais e os critérios legais são cumpridos, o trabalhador tem direito à equiparação salarial, com pagamento retroativo e atualização monetária.
Sim. Todos os trâmites são protegidos por sigilo profissional. Você estará amparado por advogados experientes que cuidarão de cada etapa.
Sim. Seus direitos não deixam de existir porque você ainda está no banco. E você está protegido pela legislação.
A lei protege trabalhadores contra demissões por retaliação. Além disso, seu caso pode ser tratado com máxima discrição.
Entre em contato conosco através de qualquer um dos botões de Whatsapp dessa página e teremos o prazer de ouvir o seu caso e te ajudar da melhor forma possível.
Nós estamos aqui para ouvir, orientar e agir por você. Dê o primeiro passo para recuperar sua paz e seus direitos.
Clique no botão abaixo e fale diretamente com um advogado especialista:
Estamos aqui para te ouvir, acolher e te ajudar a garantir os seus direitos.
Rua Rio Grande do Norte, nº 1560, sala 1108
Savassi, Belo Horizonte/MG
CEP 30130-138
A jornada de trabalho do bancário, por lei, é limitada a 6 horas diárias. No entanto, muitos profissionais — como caixas, escriturários e assistentes — acabam sendo obrigados a trabalhar 8 horas por dia, sob o pretexto de ocuparem um “cargo de confiança”.
O problema é que, na maioria das vezes, esse título não vem acompanhado da autonomia e responsabilidade exigidas por lei para configurar, de fato, um cargo de confiança.
Se você recebe esse “adicional” apenas no papel, mas continua sendo subordinado no seu dia a dia, saiba que isso é irregular. A Justiça entende que, nesses casos, as horas trabalhadas além da 6ª devem ser pagas como extras, com todos os adicionais e reflexos.
Gerentes, coordenadores e outros cargos superiores muitas vezes são impedidos de receber hora extra sob a alegação de exercerem função de confiança. No entanto, essa justificativa só é válida quando há plena autonomia e poder de comando.
Se você exerce função de gerência, mas ainda responde a outro superior — como um gerente geral ou regional — e não tem autoridade plena sobre decisões, o banco não pode usar o “cargo de confiança” como escudo para negar seus direitos.
A Justiça do Trabalho tem reconhecido o direito ao recebimento de horas extras além da 8ª hora diária para esses profissionais. Cada hora suprimida pode ser revertida em indenização e correção monetária.
A busca por resultados virou sinônimo de abusos em muitas agências bancárias. Metas inalcançáveis, cobranças constantes, ameaças veladas de demissão e sobrecarga de tarefas têm se tornado rotina para milhares de bancários.
Esse ambiente de pressão constante não é “normal do setor” — é assédio moral. E quando essas práticas são sistemáticas e fazem parte da cultura da empresa, o que temos é o chamado assédio moral organizacional.
A boa notícia é que o Judiciário tem se posicionado firmemente contra esse tipo de conduta, reconhecendo o direito à indenização por danos morais, além de medidas reparadoras para proteger a saúde e a dignidade do trabalhador.
Você sente esgotamento físico, emocional e mental? Já perdeu o prazer de ir ao trabalho, vive em estado de alerta, ansiedade e pressão constante? Esses sintomas podem indicar síndrome de burnout — e isso não é algo a ser ignorado.
A Justiça reconhece que, quando provocado por metas abusivas, humilhações constantes ou sobrecarga profissional, o burnout deixa de ser um problema pessoal e passa a ser uma doença ocupacional grave.
Nesses casos, o trabalhador tem direito à indenização por danos morais, afastamento do trabalho, estabilidade temporária e suporte médico.
Você e seu colega exercem exatamente as mesmas atividades, com a mesma produtividade e qualidade, mas recebem salários diferentes?
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante a equiparação salarial nestes casos — desde que estejam preenchidos alguns critérios básicos, como:
Se essas condições forem atendidas, você tem o pleno direito de exigir igualdade salarial, com pagamento retroativo das diferenças e todos os reflexos legais.